A investigação do caso está a cargo da 16ª DP (Barra da Tijuca). A vítima, de 20 anos, contou à polícia que o jogador disparou acidentalmente, ao manusear a arma do amigo Júlio César Barros, tenente reformado da Polícia Militar. No entanto, o jogador e outros quatro ocupantes do carro afirmam que foi a própria vítima quem efetuou o disparo, também de maneira acidental.
O delegado Fernando Reis, titular da 16ª DP (Barra da Tijuca), considera “indispensável” uma acareação entre a vítima e os outros ocupantes do carro, incluindo o jogador. A expectativa da polícia é ouvir a jovem, assim que ela receber alta do Hospital Barra D´or, onde está internada, na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio.
De acordo com o hospital, a previsão dos médicos é que a estudante seja submetida na terça-feira a uma cirurgia de reconstrução da mão esquerda. A equipe de ortopedia responsável pelo caso avalia que é possível que a vítima não tenha sequelas na movimentação da mão, pois o tiro atingiu apenas o osso, não afetando artérias, nem o tendão. O estado de saúde da jovem é considerado bom.
FONTE: GLOBOESPORTE.COM
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